terça-feira, 30 de março de 2010

Atletas da ACJ se destacam no Rio de Janeiro

Em competição realizada no último fim de semana no Rio de Janeiro pela FJERJ, os três atletas da ACJ que competiram no Torneio Abertura obtiveram excelentes resultados. Foram eles:

Guilherme Batista da Cruz - Super Master - 3°lugar
Charles Alves Boa Morte - Pré-Master - 2° lugar
Felipe Rangel da Cruz - 12 anos - Campeão

Aos competidores os nossos parabéns!!!

domingo, 21 de março de 2010

Atletas da ACJ se preparam para Torneio de Abertura

Os Atletas da ACJ se preparam para o Torneio de Abertura que será realizado no próximos dias 27 e 28 de março no Rio de Janeiro. O evento acontece no Centro Esportivo Miécimo da Silva em Campo Grande. Maiores informações, clique aqui.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Judô ganha primeiras medalhas dos jogos Sul-Americanos


A dupla de judocas Luis Alberto dos Santos e Rioiti Uchida conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Sul-Americanos, que estão sendo realizados em Medellín (Colômbia). Os dois superaram os colombianos Luis Gabriel Cuartas e Gatenferd Ramirez na disputa de Katame – No-Kata (técnica de solo), por 145 a 140.

Além do ouro, Luis Alberto dos Santos e Rioiti Uchida subiram ao pódio em outra apresentação contra a mesma dupla da Colômbia, no Nague - No - Kata (técnica de projeção). Desta vez, os donos da casa venceram por 141 a 136, e os brasileiros ficaram com a medalha de prata.

A competição de judô dos Jogos Sul-Americanos Medellín 2010 acontece até o dia 22. A cerimônia de Abertura está marcada para esta sexta-feira (19), às 21h15.

Fonte: R7
Foto por Reprodução/Blog do Luis Alberto dos Santos

sexta-feira, 12 de março de 2010

Record News e Sportv transmitem desafio de Judô

A cidade de Vitória receberá neste sábado o Desafio Internacional de judô, evento em que atletas da seleção brasileira enfrentarão judocas de Portugal, França e Inglaterra. O torneio terá início às 9h, na Faculdade Salesiano. Em seguida, as equipes farão um Treinamento de Campo com atletas do Espírito Santo.
O Desafio será apenas uma prévia do que o Brasil verá no mês de maio com o Grand Slam de judô do Rio de Janeiro e a etapa de São Paulo da Copa do Mundo - o país ainda pensa em sediar o Mundial de 2013. Os canais Record News e Sportv vão transmitir o evento.

sexta-feira, 5 de março de 2010

São Paulo vai abrigar mundial de judô

Após ver o Mundial de 2007 ser disputado no Rio de Janeiro e a capital carioca ser escolhida para receber a etapa brasileira do Grand Slam da modalidade, São Paulo finalmente volta ao mapa do judô mundial. A cidade vai receber a etapa brasileira da Copa do Mundo e ainda pode ganhar o Mundial de 2013.
“O Brasil já fez o Mundial em 2007, recebeu o Grand Slam do Rio em 2008 e 2009 e agora a etapa da Copa do Mundo vem para São Paulo. É mais um evento importante no Brasil. Porque não pensar em realizar também o Mundial de 2013 em São Paulo?”, disse o presidente da Federação Internacional de Judô, o romeno Marius Vizer.
Conhecendo o pulso firme com que ele comanda a entidade, o brasileiro Paulo Wanderley, presidente da Confederação Brasileira de Judô, ficou animado. “Se o homem disse que podemos, é um bom sinal”. O projeto do Brasil receber mais um Mundial, mesmo já tendo organizado a competição em 2007, no Rio de Janeiro, foi revelado no ano passado, em Roterdã, na Holanda.
“Fizemos uma consulta informal para saber como seria a recepção de uma candidatura brasileira. E, pelo visto, fomos bem aceitos”, completou Wanderley. Na época, o Rio recebia o Grand Slam e Belo Horizonte, em Minas Gerais, organizava a Copa do Mundo, que migrou para a capital paulista. “São Paulo tem todas as condições para receber um evento desse porte”.
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e manda-chuva do Comitê Organizador das Olimpíadas de 2016, Carlos Arthur Nuzman, apoiou a idéia. “São Paulo deve abraçar essa causa. Seria um marco na preparação para as Olimpíadas”.
O motivo para uma recepção tão boa de um novo mundial no Brasil é fruto da boa relação de Vizer e Wanderly. O romeno chegou ao comando da FIJ em um congresso no Rio de Janeiro e os brasileiros são os únicos no planeta que recebem dois eventos do “Judô World Tour”, os campeonatos que valem ponto para o ranking mundial.
A etapa brasileira será disputa nos dias 29 e 30 de maio, uma semana depois do Grand Slam do Rio (nos dias 22 e 23 de maio). A tática serve para que os atletas que vierem ao país para a primeira competição, que vale mais pontos no ranking, fiquem para a segunda. “É muito bom voltar a ter um evento assim em São Paulo. Nós competimos muito fora e é importante competir na frente da família e dos amigos”, disse o campeão mundial e duas vezes medalhista olímpico Tiago Camilo.
fonte:www.uol.com.br

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Primeira competição do ano da FJERJ

A FJERJ já marcou a próxima competição da entidade que está agendada para os dias 27 e 28 de março, com inscrições sendo feitas até o dia 15 de março. O local também já foi definido e será no CENTRO ESPORTIVO MIÉCIMO DA SILVA em Campo Grande no Rio de Janeiro. Maiores informações e formulário de inscrição é só clicar aqui.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Luciano Corrêa é Bronze


Luciano Corrêa conquistou a terceira colocação na manhã deste domingo (21) no Grand Prix de Düsseldorf, na Alemanha. Competindo na categoria meio-pesado, Luciano venceu três oponentes e só perdeu nas semifinais para o líder do ranking da categoria. Luciano já havia conquistado uma prata no Velho Continente, na Copa do Mundo de Viena, na Áustria. Em seu período de competições na Europa, também alcançou o quinto lugar no Grand Slam de Paris.

foto: divulgação

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Influência Japonesa no Nosso Judô

O judô brasileiro é japonês de origem. A maior concentração da colônia oriental é em São Paulo. Não é a toa que esse estado tenha se tornado o mais forte no judô nacional.

Não foi à toa também que a primeira medalha olímpica do judô daqui tenha sobrenome japonês: Chiaki Ishii, brasileiro naturalizado que conquistou bronze nas Olimpíadas de Munique.

Foram necessárias décadas de germinação nos guetos japoneses até a modalidade conquistar espaço na agenda esportiva dos brasileiros.

Hoje, é uma das atividades esportivas mais concorridas.

Praticado em academias, clubes e escolas, o judô é muito respeitado como esporte disciplinador e ao mesmo tempo como um dos mais competitivos do mundo. Para comprovar isso estão aí os milhares de atletas inscritos nas federações estaduais e as medalhas olímpicas que o judô brasileiro já conquistou: duas de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

O judô do Brasil tem em um brasileiro nato o seu maior nome: Aurélio Miguel, medalha de ouro nas Olimpíadas de Seul (88) e bronze nas de Atlanta (96).

Mas justamente o principal ídolo do esporte por aqui se considera mais japonês que muito japonês. Aliás, recomenda o Japão como fonte inspiradora e local ideal para treinamentos. "Antes de todas as minhas conquistas importantes sempre houve um estágio no Japão", justificou.Fato comum na história da esmagadora maioria dos atletas de todos os estados, na formação do judoca Aurélio Miguel também vai se encontrar um ‘sensei’ tipicamente japonês. No caso dele, Massao Shinohara.

O estilo refinado não consegue esconder a ‘orientalidade’ de sua origem.

Juntos, o intenso intercâmbio promovido pelas entidades que dirigem o esporte no país e o talento natural dos atletas nacionais, têm revelado sucessivas gerações de bons atletas nas competições internacionais como Lhofei Shiozawa, Ryoji Suzuki, Takayuki Nishida, Hely Sassaki, Anelson Guerra, Luís e Nelson Onmura, Walter Carmona, Douglas Vieira, Carlos Alberto Pacheco, Carlos Alberto MC Cunha, Oswaldo Simões, Ricardo e Rogério Sampaio, Edinanci Silva, Danielle Zangrando, Henrique Guimarães, Sebastian Pereira e Fúlvio Miyata entre muitos outros.

O caráter disciplinador é uma das principais particularidades do judô.Também é essa uma das grandes heranças do esporte aqui praticado.

Os mestres japoneses transmitem a seus alunos uma consciência de hierarquia e respeito que muitos pais têm dificuldades de passar aos filhos.

Durante as últimas décadas, entretanto, esse aspecto educativo do judô vem perdendo força. Os imigrantes estão desaparecendo e seus descendentes ficando cada vez mais distantes de suas origens.

Aos poucos, o judô brasileiro vai perdendo o sotaque e a tutela de ‘senseis’ como Shinohara, Oide, Onodera, Ishii, Ono, Suganuma, Miura etc. Estão cedendo seus lugares a nomes como Geraldo Bernardes, Paulo Duarte, Paulo Wanderley, Ney Wilson, Floriano de Almeida, Douglas Vieira, Sérgio Pessoa, etc.

Entretanto, serão necessárias dezenas de anos até que o judô do Brasil deixe de transparecer sua origem. Afinal, a forma que moldou as gerações que passaram continua a ser usada pelos ex-alunos, hoje na função de mestres. Além disso, sobrenomes como Ishii, Shinohara, Miyata, entre outros, seguem levando aos tatames e em verde-amarelo o judô que aprenderam no berço. Essa miscigenação se repete em outros países, mas em nenhum lugar é tão forte como no Brasil. Como no mundo de hoje globalização é a palavra de ordem, pode-se apenas esperar que ela não se traduza em breve por homogeneização do esporte.

É importante que o judô mantenha em cada região seus sabores próprios.

Texto do jornalista Moacir Ciro Martins, publicado na Revista IPPON, nº 17, JUN/JUL - 1998.Apostila sobre Judô Elaborada por Francisco Arroio

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

ACJ se prepara para as competições em 2010




Já estão acontecendo os treinamentos da ACJ na Academia Corpo e Energia em Campos. Vários atletas que estavam parados estão motivados para retornarem às competições este ano e aos poucos a "turma" vai crescendo. Venha fazer parte de nossa equipe!!!